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Para que serve: Aumentar a disponibilidade dos
servidores críticos da empresa que poderão sofrer paradas
programadas ou não, sem prejudicar os usuários (internos ou
externos) desses servidores que continuarão a ter acesso aos
serviços fornecidos por esses servidores.
Como fazer:
1. Clientes do servidor de produção (source) acessam os dados
normalmente e atualizam os dados corporativos que são
imediatamente copiados via Double-Take para o servidor de
standby (target);
2. Caso ocorra uma parada (programada ou não) do servidor de
produção (source), o Double-Take faz o servidor de standby
(target) assumir completamente a identidade do servidor de
produção (nome e endereço IP) para que a rede não pare. Esse
processo chamado de failover ocorre sem perturbar os usuários da
rede;
3. Quando o servidor de produção (source) voltar a funcionar, o
servidor de standby devolve a identidade assumida (endereço IP e
nome Netbios) para a rede para que o servidor source possa
voltar ao ar. Esse processo que é chamado de failback pode ser
manual ou automático. Importante: Caso o servidor source seja
colocado no ar sem o processo de failback, o Windows assinala
que há um conflito de endereço na rede (uma vez que dois
servidores estarão com mesmo nome e endereço IP) e rejeita as
credenciais do servidor source;
4. Uma vez executado o failback e restabelecida a identidade do
servidor source que voltou à rede, pode-se iniciar o processo de
sincronizar os dois bancos de dados, uma vez que os dados do
servidor source ficaram defasados enquanto ele esteve fora do
ar. O processo de cópia para o servidor de produção dos dados
que foram capturados enquanto o servidor de produção esteve fora
do ar chama-se de restauração (restoration);
5. Toda a operação de assumir a identidade do servidor que
falhou (failback), e copiar de volta os dados assim que esse se
recuperar (restoration) , pode ser feita automaticamente para
que a rede não sofra qualquer tipo de interrupção.
O que precisa:
1. uma licença do Double-Take para cada servidor;
2. uma licença de cada aplicativo que roda no servidor source
(Notes, Exchange, SQL, Oracle, etc) instalada e em “standby”
(inicialização manual) no servidor target;
3. conexão TCP/IP entre os servidores. |