O que precisa:
1. uma licença do Double-Take para cada nó do servidor cluster;
2. uma licença de cada aplicativo que roda no cluster source
(Notes, Exchange, SQL, Oracle, etc) instalada e em “standby”
(inicialização manual) no cluster target;
3. conexão TCP/IP entre os servidores.
Como fazer:
1. Instalar Double-Take em cada nó das máquinas cluster que para
máxima proteção deverão estar em locais que não sejam afetados
pelos mesmos distúrbios que possam causar uma parada em qualquer
um deles;
2. Double-Take irá replicar os dados de um cluster para outro e
estará monitorando a rede para poder entrar em processo de
failover caso haja algum problema de comunicação entre eles;
3. Em caso de parada do cluster de produção (programada ou não)
o cluster de backup (target) assume a identidade do cluster
source (processo de failover) e a rede continua funcionando sem
que haja percepção por parte dos usuários de que houve uma troca
de servidores;
4. Da mesma forma que nos casos de alta disponibilidade, assim
que o cluster source for conectado à rede (após o processo de
failback), os dados serão sincronizados e a rede voltará a
funcionar normalmente sem que haja impacto no acesso às
aplicações críticas rodando nesses servidores.
Nota: Para aumentar a proteção aos cluster que
possuem um único dispositivo de storage compartilhado, a NSI
oferece o GeoCluster que permite duplicar essa storage
aumentando consideravelmente a disponibilidade da solução. Se
houver interesse em conhecer como funciona o GeoCluster, por
favor entre em contato.
Para que serve: Oferecer alta
disponibilidade para aplicações críticas rodando em ambiente
cluster onde uma parada (programada ou não) ocasiona o mínimo de
impacto na rede. |