Para que serve:
Criar a capacidade de continuidade das operações e sobrevivência
na eventualidade de um desastre natural ou não.
Como fazer:
1. Inicialmente monta-se a infra-estrutura de contingência num
local remoto de tal modo que não seja afetado por qualquer das
causas naturais ou não que provoque uma paralisação total da
infra-estrutura operacional;
2. com o auxílio do Double-Take copia-se em tempo real todas as
informações críticas e essenciais para garantir uma continuidade
a partir do local remoto;
3. se e quando ocorrer um desastre que cause a parada total da
infra-estrutura original, o centro de operações remoto assume
integralmente as operações e serviços de suporte aos usuários
internos e externos da organização
O que precisa:
1. uma licença do Double-Take para cada servidor;
2. uma licença de cada aplicativo que roda no servidor source
(Notes, Exchange, SQL, Oracle, etc) instalada e em “standby”
(inicialização manual) nos servidores de contingência (target);
3. capacidade de processamento do(s) servidore(s) target
suficiente para assumir a rede em caso de parada do site
principal;
4. conexão TCP/IP entre os sites. |